sábado, 29 de agosto de 2009

Pelas ruas

Vênus de Milo num muro numa transversal entre as ruas l'Escorial e Larrard

Com lencinho e tudo

Born com desfile de bonecos(?) e uma infinidade de turistas portugueses


Onde sentei para ler e tive o cabelo atacado por mini folhas caindo

Parada para observação dos guiris no Passeig de Gràcia

Carrer de Vallcarca, em frente à Biblioteca Jaume Fuster

Quase na Plaça Catalunya




Esse pessoal era muito bom mesmo! Eu estava só passando e vi aquele tumulto de pessoas assistindo. Olhei rapidamente mas resolvi parar. Não sei há quanto tempo eles já estavam ali, mas fiquei vendo até a hora que eles resolveram ir embora - tudo bem que eu estava descompromissada, era um sábado sem maiores objetivos além das compras. Aliás esse foi o único motivo que me fez pensar um pouquinho e não comprar o cd: já tinha gastado demais, hihi.
Adorei mesmo, pena que não gravei o nome do grupo.

Não me conformo com certas coisas.
Cartaz anunciando show de Bruno & Marrone em Barcelona leva a frase "Lo mejor de la música brasileña"
De verdade, não posso com isso.

Estou impressionada, são 6h50min e ainda não amanheceu.
E eu tampouco dormi.
Tchauzinho

sexta-feira, 28 de agosto de 2009

Sitges novamente, aulas e bibliotecas

No iniciozinho de agosto recebemos visitas!
Voltamos a Sitges, mas dessa vez ficamos ainda mais tempo. Dormi horas na areia sem nem perceber, tamanho era meu cansaço - como estou escrevendo com muito tempo de atraso, não lembro dos meus motivos para isso.











No dia 3 comecei um curso intensivo de espanhol que foi até dia 27.
Aí somos só as mulheres, ao chegar em casa depois da minha aula, e de termos ido comer tapas (percebam que sou super estudiosa e ainda não tinha largado os livros)

Aproveitei bastante coisa mas fiquei mais do que exausta. Eram seis aulas por semana em quatro dias, já que terças e quintas tinha aula pela tarde e depois à noite. Isso foi horrível, porque ou ficava fazendo hora pela rua para não precisar voltar para casa e sair de novo, ou fazia esse esquema de ida e volta que também foi um saco.
Em alguns dias, o que fiz foi ficar deixando esse tempo passar na biblioteca, que é perto de onde moro, no fim das contas, mas só o fato de não ENTRAR em casa já amenizava o problema (quando entrava me distraía com uma série de coisas, ou ficava desejando descansar, e o tempo passava voando, me dando a impressão de que mal tinha chegado e já teria que sair).
Imagino não ter comentado ainda, mas já há bastante tempo descobri que aquele cadastro que fiz logo que cheguei para retirar livros, filmes, cds e etc não só vale para aquela em que me inscrevi, como para toda a rede de bibliotecas de Barcelona, que é toda integrada.
Meu curso fica na última ruelinha da Rambla de Mar (a principal), na estação de Drassanes, que fica a seis paradas de Lesseps, ou seja, não muuuito longe, mas também não tão pertinho. Foi sempre nesses trajetos que eu fui me acostumando a ler os livros que peguei na biblioteca, o que acaba sendo uma raridade, já que geralmente tenho dor de cabeça lendo assim, em movimento.
Acho o esquema muito bom!
Os catálogos são bem organizados, é só fazer a busca e ver se o que se quer está disponível ou não, se está em trânsito, etc (porque se a pessoa quiser algo que só tem em uma biblioteca, especificamente, há a possibilidade de pedir na que costuma frequentar e esse "transporte" é feito. Uma vez os dvd's que eu queria estavam locados e a moça disse que ia reservar para mim. Aceitei e esqueci, mas assim que eles retornaram ela ligou avisando que eu já poderia ir buscá-los (meus números estão no cadastro, porque não cheguei a repetir no momento da reserva).
O prazo de devolução dos livros é de 21 dias, e dos dvd's, uma semana (dependendo do lugar o acervo pode ser maior ou menor). Para mim está uma beleza!

Foi com essa questão de frequentar aulas à noite que me dei conta de que já começou a escurecer mais cedo, embora ainda não tenha sentido nenhum sinal de queda de temperatura. Nos primeiros dias eu chegava em casa umas 21h30min com o céu super claro, ainda de dia mesmo. Depois observei estar colocando o pé na minha rua com o céu já escuro.

Ainda não estou a ponto de reclamar do verão, mas do calor sim, todos os dias. Uma meia estação seria super bem vinda!
Um temporal também.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Sitges e louca do Park

Como o calor tomava conta da cidade (ainda toma), fomos a Sitges, praia famosa aqui pelas redondezas e com bastante coisas voltadas para o turismo gay (htttp://www.gaysitges.com/portada.html)
Ao contrário de Tarragona, a cidade é bem mais "prática" para quem vai passar um dia/tarde, por exemplo, como foi o nosso caso. Tarragona é linda, mas a cidade fica super no alto, então ir para a praia, comer e voltar dá um grande trabalho.
Sitges é bem mais plana e não tem tanta cara de praia, a não ser quando se chega na orla realmente. As ruelinhas são um amor e é tudo super movimentado (mas tem siesta, é claro). Não ficamos até anoitecer, mas a fama das festas de lá é imensa! No finalzinho da tarde as ruas já estavam abarrotadas de gente que parecia ter chegado para virar a noite.

Protegida do sol e da chuva (quem dera chovesse nessa terra)...


O Mediterrâneo estava uma delícia, hihi.
A praia em si tem uma boa infra-estrutura: vestiário com chuveiros, banheiros e cabines para trocar de roupa - um velhinho fica na porta cuidando e exige sempre algum dinheiro para liberar a entrada, mas pode ser qualquer moedinha - e duchas na areia. Para que haja economia de água e a galera não abuse, são vendidos cartões nos chiringuitos ( = quiosques) com direito a 6 minutos de ducha (cada uma tem um suporte para o cartão com um sensor, e enquanto ele está encaixado ali a água vai saindo). Na realidade não é bem uma venda, e sim um aluguel, porque se paga 2 euros e, na hora de ir embora, é só devolver o cartão para receber o dinheiro de volta. Caso os minutos acabem, dá para ir pagando e recarregando o cartão (esse dinheiro não é reembolsado, o que de certa forma faz as pessoas evitarem passar horas debaixo do chuveiro).


Dois em uma foto: demonstração de amor à nossa terra, e homenagem a uma vaca folgada aí que conhecemos ahahahah

Susana está super indignada e revoltada com os espanhóis que, como se já não bastasse reproduzirem uma quantidade absurda de falsificações das nossas queridas Havaianas - todo mundo usa, de uns tempos para cá estão adotando o chinelo de dedo como símbolo. Ela acha inadmissível "porque isso é nosso. Ora, que desaforados!"
De volta a Barcelona, fomos ao Park Güell no horário menos turístico que já fui até agora. Achamos incrível que o famoso lagarto de Gaudí, logo na entrada do parque, estivesse vazio sem um monte de gente metendo a mão na boca dele, e aproveitamos para fotos.
Está certo que eu sou MORADORA da cidade, mas tive que acompanhar as gurias no momento TURISMO - hihi




Foi BEM nesse momento, a menos de três metros da gente, que uma mulher de cabeça baixa começou a chorar.
Ela estava sentada com o rosto entre as mãos e acompanhada de um cara, que ficou meio sem reação quando ela começou a chorar. Ele intercalou o olhar umas três vezes entre ela e a saída, e sem precisar pensar muito, se levantou e saiu como se não a conhecesse.
Tínhamos visto que ela estava meio mal porque reparamos, só isso. Mas ela começou a dar uma choradinha um pouquinho mais sussurrada, com algum som. Dada e eu cogitamos perguntar se ela precisava de ajuda, mas num período como CINCO SEGUNDOS depois, ela abriu o berreiro, chamando a atenção de quem estava em volta.
Foi um verdadeiro escândalo, porque a reação que ela teve ao provável término de namoro foi aumentando em progressão geométrica. Começou a berrar, praticamente urrar, até que se jogou no chão gritando "Oh, God, oh noooo! I love you, I love you... oh God!!! I love you!!!! Please, love me, love me! Love me, I love you, please, love meeeee!!!!!" Passou a bater as palmas das mãos no chão e sacudir a cabeça, e todo aquele movimento do cabelo desgrenhado dava ainda mais dramaticidade à cena. Ela começou a perder o fôlego de tanto chorar e teve uma série interminável de tremedeiras pelo corpo, foi um ataque nervoso mesmo!
Para situar: a partir da entrada principal do parque, tem uma parte plana, onde tem a lojinha e essa "casa" com telhado de mosaico que aparece no título do blog. Depois, essa primeira escada do lagarto, um patamar, e nova escada, que dá acesso a essa parte debaixo das colunas, que tem o teto todo forrado de mosaicos. Esse teto "nada mais é" do que os bancos cheios de curvas e - claro! - mosaicos, que também estão aí no topo do blog (de onde é possível ter a vista da cidade).
Bom, eu estava no lagarto chocada assistindo aquilo tudo e, por nada, resolvi olhar para cima (onde ficam os bancos). Eram centenas de cabecinhas que se debruçaram ali para tentar entender o que estava acontecendo, porque os gritos ecoaram por tudo - e o Park Güell é imenso!
Uma senhora ajudou a moça a se levantar do chão, sentou nessa fontezinha e a abraçou. Ela pediu para alguém ir até o carro dela e providenciaram água para a outra beber. Mais duas ou três pessoas se aproximaram e ficaram tentando falar, em espanhol e em inglês, mas ela não respondia a nada, só chorava e deitava a cabeça no ombro da que foi ajudar ela primeiro. Vi que pelo menos dois outros prestativos (todos estávamos imóveis por não saber que tipo de reação ela poderia ter com a aproximação de alguém) ligaram para algum órgão e começaram a descrever o que tinha acontecido, dizendo que ela devia ser turista e estava sozinha ali. Fomos indo embora e poucas quadras depois vimos uma ambulância indo na direção do parque.
Cogitamos várias alternativas para o que poderia ter acontecido. Ficou meio evidente que ela levou um fora, mas também não sabemos sob que circunstâncias. A relação podia ser de anos como também ser super recente, e ela ter demonstrado desde cedo um comportamento doentio. Bom, não cabe eu levantar aqui as inúmeras possibilidades que pensamos, até porque passamos boa parte do trajeto até o Bairro Gótico inventando teorias para essa história.
Coitada dela se estivesse só com o namors aqui, porque certamente ficou sozinha.

Acabamos a noite com sidra, sangria e tapas/pintxos na parte mais antiga da cidade.

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Cine Montjuïc

Dada vagal ainda não me mandou as fotos da casa do Salvador Dalí, e se for esperar por isso, não sigo adiante com as notícias. Antes de mais nada, quero que fique clara a minha tremenda insatisfação de não prosseguir em ordem cronológica.
Ok, minhas astualizações não estão asiiiim, tão atuais. Relato fatos com mais de um mês de atraso, mas vamos lá:

Chegamos de Tossa de Mar na segunda-feira de manhã (27/julho) e já tínhamos programado ir na sessão de cinema ao ar livre da Sala Montjuïc, que ocorre todo ano, desde 2003, no mês de julho, lá no topo da montanha.
Champagne antes de sair e lá fomos nós (duas fotos do momento que não se salvam para publicação).
Detalhe: multa no ônibus.
O que mais usamos aqui é o T-10, que é aquele tíquete com dez passagens de metrô/ônibus/trem/tramvia dentro da chamada Zona 1 de Barcelona, quero dizer, por toda a cidade - pelo menos por onde costumo circular. Outros tíquetes são necessários para outros tipos de trajetos, como para as praias próximas (Castedefells, Sitges, Tarragona, etc). Minha mãe e eu sempre temos cada uma um, e validamos assim que entramos. A Dada e a Susana estavam com um só (o T-10 é um dos poucos que não é obrigatoriamente individual) e o da Fabi já tinha acabado, ou seja, as três passariam com o mesmo. Houve uma pequena confusão, já que na primeira tentativa a máquina recusou o tíquete, e depois parecia que tudo tinha sido resolvido.
Momento de azar: fiscal no ônibus.
Como eu já disse, ele passa com uma maquininha pedindo a passagem das pessoas para conferir ali se elas realmente pagaram (já que o motorista não cuida disso e aqui não existe cobrador). Todas nós entregamos as nossas, tranquilamente e sem nenhuma culpa, mas a máquina só registrou dois passes para as gurias.
Sem conversa, sem chance de explicar, sem educação e sem o mínimo de gentileza: passaporte da Susana, documento da Fabi, nosso endereço e multa de 40 euros. Pagando na hora, 20, e foi o que elas fizeram. Todos os nossos dados de devedoras(?) deletados do computador de mão do fiscal, impressão do comprovante de pagamento e 30 dias para reclamar a cobrança indevida no Centro de Atendimento a alguma coisa (cidadão, passageiro, enfim)
Uma merda. E se fosse para burlar, não teríamos motivos para, estando em cinco pessoas e um bebê, validarmos quatro. Quando alguém não paga no transporte, simplesmente NÃO PAGA. Ninguém economiza UMA passagem. Ridículo, mas paciência.
(Ninguém teve tempo de ir nessa central recuperar o dinheiro)

Bom, parece que já foi mais barato, mas hoje em dia a entrada custa 5 euros, e o aluguel das cadeiras, 3. Há algumas chances de fazer uma indiada. O importante é levar casaco, já que venta muito à noite, não ter problema com subidas (afinal é uma montanha), não se importar com o cigarro dos outros e ter abastecimento para o piquenique. Para conseguir alugar cadeiras é preciso chegar cedo, senão o destino é o chão (recomendo esteiras porque as cangas ficam molhadas com a umidade da grama).

Aqui o número de pessoas ainda é mínimo, vai lotando conforme escurece.
(Fotos de um outro blog)


Sempre há uma atração musical antes do filme, ainda pela tarde, que vai dando início àquela função de chegada e acomodação das pessoas. A projeção, que é feita na lateral de um dos paredões que protegem o castelo, contruído no século XVII, começa assim que anoitece.
O filme nem importa tanto, e o que vimos, particularmente, era totalmente dispensável - nem bom nem ruim. Ainda assim, eu acho que o programa em si vale a pena!
Alguns desconfortos, claro, mas a ideia é muito boa.
No último dia de projeção, quem aluga as cadeiras pode ficar com elas de vez, então acaba sendo um bom lucro.

Caetano fofo cansou bastante pulando comigo pela tarde. Quer dizer, cansou bastante sendo impulsionado por mim até os ares - o que, aliás, me rendeu fortes dores nos braços no dia seguinte, devido aos 11kg do pequeno. Não se aguentou e dormiu o filme todo.

Descemos até a avenida Paral-lel para pegar o Nitbus, já que já tinha passado e bastante do horário dos ônibus normais. Descobrimos que por ali a noite bomba, mas os figurinos são sempre o que mais nos fazem rir.
Gente, a Espanha também está cheia de piriguetes!
Hahaha, beijinhos

domingo, 16 de agosto de 2009

Cadaqués, Cap de Creus e Port Lligat

Ok, me dei conta de que não tenho fotos na praia de Cadaqués.
Isso porque o caminho até lá era absurdamente sinuoso, fiquei mais enjoada do que nunca e quando cheguei em frente ao mar (lembrem-se sempre: cascalhos!!) só pude pensar em me deitar naquela ausência de conforto para ver se melhorava.
Para não dizer que não tenho nenhumazinha sequer, acabo de encontrar essa. Horrível, mas fica como registro.
(Isso era na BEIRA da praia. Só para não restarem dúvidas de que não exagerei quanto ao cascalho)
Pero no pasa nada, tenho fotos de um lugar incrível: Cap de Creus!
O cabo é formado por uma montanha imensa e rochosa de 672m de altitude, erguida sobre o Mar Mediterrâneo, no nordeste da Espanha. É, aliás, o ponto mais oriental da Península Ibérica.

Subida até o cabo no nosso super carrinho - sempre acompanhados das atrapalhadas de Catarina

Meu dedinho é por conta da alta temperatura da lataria









Na pontinha mesmo do precipício mamãe não deixou


Mãe e Leandro fazendo capa de revista




Migas

Muito migas

Descemos tudo de novo para a nossa visita à Casa-Museu Salvador Dalí. No caminho, muitos ciclistas estavam arriscando suas vidas pedalando por ali. Sério, as estradas, embora proporcionem vistas maravilhosas, são super estreitas, cheias de curvas e, de fato, precipícios. Lembro daqueles desenhos animados do Pateta e etc que um carrinho pequeno vai contornando uma montanha. Era exatamente o que estávamos fazendo.
O museu fica em Portlligat e só é permitida a entrada com dia e hora marcados, coisas que já tínhamos acertadas. Os acessos são a cada 10 minutos, em grupos reduzidos de no máximo oito, e a visita dura aproximadamente 40 minutos.
Em cada cômodo há um guia, que sempre pergunta para o grupo qual o idioma que as pessoas preferem. Assim, eles dão as informações nas línguas elegidas pelo pessoal. Quer dizer, provavelmente eles não devem saber uma infinidade delas. No meu, eles falavam espanhol, inglês e depois francês, geralmente nessa ordem. Duas ou três frases de explicação, um tempo controlado para olhar e já tínhamos que seguir para outra parte.


As fotos, desde que sem flash (principalmente no estúdio, pela presença de obras originais), são permitidas. Por sinal, genial o mecanismo montado que permitia que as telas subissem ou descessem para ele poder pintar sentado!
Dalí comprou, em 1930, uma cabana de pescadores com quatro metros quadrados, que foi aumentando até a transformar numa casa à sua imagem!
É uma loucura, demais, SURREAL (piadinha, hãn? hãn?)!
Muita coisa seria considerada brega e extremamente cafona, o que torna tudo ainda mais legal. Uma mistura incrível de objetos bizarros aparentemente sem relação nenhuma, vários animais empalhados (urso, águia, muitas pombas - nojo nojo nojo), tapetes, recordações de viagens, gaiolas gigantes de pássaros no quarto (devia ser um barulho ensurdecedor), gaiola mini para a coleção de grilos, fotografias, quadros e espelhos fazem parte da decoração. Para que pudesse ver os primeiros raios de sol ainda deitado na cama, inventou um jogo de espelhos, instalado num ambiente um nível abaixo do que se encontrava o quarto.
(Não é esse)



O número de portas é relativamente pequeno (pelo menos se comparado ao tamanho da propriedade), mas a divisão é feita de um jeito que me agradou bastante! Os cômodos são cheios de desníveis: é preciso subir uns degraus para ter acesso a um, descer para seguir por outro, enfim.
Uma peça oval com uma acústica muito louca foi feita para esposa. Acompanhando o desenho da sala, está um grande sofá, como se ali pudessem chegar muitas visitas, mesmo o local tendo sido projetado SÓ para ela. Conforme vamos entrando e chegando no meio do ambiente, a sensação de que há um microfone com um super amplificador colocado na nossa roupa aumenta. A passagem para este lugar é por uma espécie de closet totalmente forrado de fotos em preto e branco, agora não me lembro o critério para seleção das mesmas, mas era o máximo.
No jardim, a piscina fálica, as imensas cobras enroscadas por praticamente tudo, os pneus Pirelli, o sofá de boca, os ovos no telhado, uma cabine telefônica para as visitas...







Para as pombas nojentas

São muitos detalhes pra observar. Alguns chamam mais atenção por um ou outro motivo. Para reparar em objetos não tão perceptíveis seriam necessários mais do que esses "míseros" 40 minutos.

Tive um problema não identificado por aqui que me fez perder uma série de fotos dessa viagem. Conto com a boa vontade de Dadinha para me enviar as fotos da casa, pelo menos, porque eu acho muito boas. Se ela me fizer esse favorzinho, desde já especifico que os créditos são dela.
É sem graça, mas no site tem essa tal de "visita virtual", só para tentar ter uma ideia


E aqui somos nós, nos salgando - para não precisar completar a frase - fazendo hora enquanto não chegava nossa vez de entrar no museu.


Beijos,